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Nova sede da UME Irmã Dolores, em Santos, oferece estrutura ideal para a educação infantil

Os alunos da escola municipal Irmã Maria Dolores (Rua Bittencourt, 316 – Vila Nova), em Santos, começaram o ano letivo com uma nova sede, construída especialmente para as suas necessidades: edifício amplo, moderno, climatizado, seguro e 100% acessível. Com a oferta de 117 vagas, ampliando em relação às 73 que proporcionava em 2025, a escola de educação infantil é destinada a alunos do berçário I ao maternal I (até 3 anos) e tem 1.800 m² distribuídos por pavimento térreo, primeiro e segundo.

Com nove salas com banho e troca integrados, sendo seis salas para berçário, e outras três para maternal I (três no térreo, e seis no primeiro pavimento), o prédio conta com elementos vazados, que além da função de divisória, servem para iluminar e ventilar o ambiente. Disponibiliza espaços para atendimento e lazer das crianças, com condições adequadas de trabalho para professores e demais funcionários.

No térreo, estão localizadas as salas para lactário, amamentação, playground com piso emborrachado, pátio coberto, cozinha e refeitório, além de jardim e pergolado com estrutura de metal e cobertura de policarbonato. E, também, salas de secretaria e assistente de direção, salas de direção e de orientação, vestiários feminino, masculino e acessível, sanitários, caixa d’água e abrigo de gás.

A entrega do novo edifício da escola, que em novembro completa 17 anos, foi comemorada na manhã desta quinta-feira (5), com a presença de autoridades, dentro da programação dos 480 anos de Santos. É a terceira escola entregue neste ano, sendo a primeira a UME Edson Arantes do Nascimento e a segunda a nova UME Dr. Dino Bueno. Em todas as unidades, as aulas já estão em andamento.

“A educação é o principal caminho para a construção de um futuro melhor. Trabalhamos com esse objetivo, conscientes que a atenção aos mais jovens é o melhor investimento para um amanhã cidadão. Em Santos, oferecemos dignidade aos estudantes e aos profissionais de educação com escolas modernas, ensino integral, capacitação e o merecido reconhecimento pelo importante trabalho desenvolvido. Tudo isso é fruto de planejamento técnico, transparência e do compromisso com a formulação de políticas públicas estruturantes”, afirma o prefeito Rogério Santos.

Para a vice-prefeita e secretária de Educação, Audrey Kleys, a entrega é prova da prioridade à educação pública em Santos. “Quando investimos em infraestrutura e fortalecemos o pedagógico, mostramos, na prática, o valor que damos à educação pública de qualidade. Na nova UME Irmã Maria Dolores, reafirmamos também esse compromisso de oferecer às nossas crianças, uma escola preparada para ensinar, acolher e transformar”.

Quem também aprovou o novo espaço foi a diretora da escola, Maria Claudia Cardoso Marçal dos Santos. “Ficou bem estruturada, principalmente pelo espaço amplo”, explica ela, que destaca as salas multidisciplinares.

Para erguer a escola, construção gerenciada pela Secretaria de Obras e Edificações (Seobe), foram investidos R$ 9,2 milhões, recursos da Secretaria de Educação (Seduc). 

“Nos últimos cinco anos, o Município empregou R$ 64,2 milhões para executar 44 novas construções e reformas em escolas, sendo houve adequações para AVCB em 33 prédios”, revela a secretária de Obras e Edificações, Larissa Oliveira Cordeiro.

O primeiro pavimento é composto por sala multiúso, ateliê, brinquedoteca e copa. Também estão localizadas no primeiro piso as salas de coordenação e dos professores, e sanitários feminino e PCD.

Já o segundo ficou reservado para a área administrativa da escola, terraço, sala de reunião, copa, lavanderia, sanitários e almoxarifado.

A construção foi executada pela Ponto Forte Construções e Empreendimentos, empresa vencedora da licitação, com base no projeto arquitetônico de autoria da Prodesan.

Maria Dolores Muñiz Junquera, a Irmã Dolores, nasceu na Espanha há 100 anos, em 26 de fevereiro de 1926, e faleceu na região em 2008.

Ela deixou a faculdade de Medicina para entrar no convento e, depois de passar pela França e Inglaterra, na década de 50, veio para o Brasil onde atuou em São Paulo e posteriormente na Baixada Santista, sendo reconhecida por seu trabalho com a população carente da região.